Você já parou para pensar que você é o resultado de todos os hábitos, crenças, gostos e desgostos de quem cuidou de você quando você era apenas uma criança?

Parece absurdo? Vou explicar.

Quando somos bebês nós não temos qualquer filtro de informação, portanto aceitamos e tomamos como verdade aquilo que vemos e sentimos vindo dos nossos cuidadores.

Se você pegar uma criança do norte do Brasil e uma do Sul elas terão gostos diferentes quando a questão é comida. Mas seu gosto é apenas um condicionamento ocasionado pelo ambiente em que nasceu e aquilo que vivenciou e tomou como verdade.

Agora pare para pensar: o quanto de você é você mesmo? E quanto de você é só uma repetição de hábitos de seus antecessores? Veja que tudo que foi lhe ensinado foi por amor, acreditando que isso o protegeria e o deixaria seguro num mundo “perigoso”. Não existem culpados. Existe apenas pouca consciência da realidade e muito medo ocasionado pela falta de conhecimento da natureza humana.

Agora que essa informação chegou até você pergunte-se novamente: o quanto de mim é realmente eu? Eu me expresso com a minha alma em todas as minhas ações ou eu me contenho porque é “errado”?

Ser livre na própria mente é isso: saber quais pensamentos são realmente seus e os que são ecos do mundo exterior.

Isso é tornar-se autoconsciente e consciente, porém não se engane. É um trabalho para uma vida toda. Mas eu garanto a você que conforme você for tendo coragem de se libertar daquilo que é do outro, o mundo se transformará diante dos seus olhos como mágica, porque seus olhos serão seus agora, não estarão mais sob controle alheio.

Nirta Ferraz

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