A vida vivida inconscientemente não pode ter nenhum sentido. Na verdade, a vida não tem nenhum significado em si mesma. O significado surge quando a consciência surge em você — então, a vida reflete a sua consciência, então, a vida se torna um espelho, então, a vida ecoa a sua canção, a sua celebração, a sua música interior. Ouvindo aqueles ecos, você começa a sentir a significância, o significado, o valor. 

Vivendo uma vida inconsciente, você pode ir mudando de um trabalho para outro — isso não vai ajudar. Talvez, por alguns dias, enquanto o trabalho for novo e houver excitação, você possa se sentir bem. Você pode novamente projetar suas ilusões, você pode novamente começar a ter expectativas: “Desta vez vai acontecer. Talvez não tenha acontecido até agora, mas desta vez vai acontecer”. Novamente você será frustrado. Toda expectativa está fadada a trazer frustração. 

Um homem de consciência vive sem expectativas, desse modo, ele não sente nenhuma frustração, jamais. Mais cedo ou mais tarde, quando a lua-de-mel acabar, você se sentirá frustrado. E por quanto tempo a lua-de-mel pode durar? E cada vez, a frustração vai ser maior, porque seus fracassos estão se amontoando — eles estão se tornando uma montanha. E você falhou tantas vezes, que, lá no fundo, em algum lugar, o medo oculto está sempre presente — mesmo enquanto você está na lua-de-mel, lá no fundo, o medo está presente, de que aquilo não vai ser muito diferente. Você espera contra a esperança. Você tem de ter esperança para viver, caso contrário, você tem de cometer suicídio. 

Assim, as pessoas vão mudando seus empregos, vão mudando seus passatempos, vão mudando suas esposas, seus maridos, vão mudando suas religiões. Elas vão mudando tudo o que podem mudar — com a esperança de que, “desta vez”, algo vá acontecer. Mas, A MENOS QUE VOCÊ MUDE, nada vai acontecer. 

Não é uma questão de mudar o lado de fora… — você permanece o mesmo!… 

OSHO0125

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