Se nosso corpo, realmente, nos pertencesse, obedeceria a nossas ordens. Se lhe dissemos: “Não envelheça” ou “Proibo-te de ficares doente”. Não! Não se iluda. Só alugamos esta “casa”, não a possuímos. Se cremos que nos pertence sofremos quando temos que deixá-la. Mas na realidade, não existe tal coisa como um eu permanente, não há nada invariável ou sólido a que possamos nos segurar.

– Ajahn Chah

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